28 junho, 2012

Por que cometi Facebookcídio?

Guilherme Nascimento Valadares, fundador do Papo de Homem, acaba de cometer Facebookcídio. Em seu site, Papo de Homem, dá as razões por que agora é um homem morto para as redes sociais.


Cometi Facebookcídio
“A definição de insanidade é continuar a fazer o que você sempre fez, desejando obter resultados diferentes.”
O Facebook, portanto, se tornou uma redoma de loucos. Há catorze dias, me furtando a despedidas babacas, tasquei o perfil de um certo “Guilherme Nascimento Valadares” no caixão.
Para contextualizar as razões por trás de meu seppuku, compartilho meu percurso na rede social zuckerbergiana. Fui um típico usuário pós-early adopters, criei minha conta há cerca de três anos.
Com esmero, disparei os primeiros pedidos de amizade. Munido dos aprendizados orkutianos e da experiência como profissional de comunicação digital, já me considerava maduro o suficiente para estruturar círculos sociais mais proveitosos e coerentes com minha realidade. Reestruturei meus álbuns de fotos. Arranjei um avatar interessante. Postei as primeiras badalhocas espertas no mural.
Pronto. Lá estava eu, ou melhor, “ele”, minha persona, se exibindo no Facebook.
À medida em que o tempo passava, meu crivo foi se tornando cada vez mais frouxo. Não tive paciência para lidar com listas, segmentações especiais por grupos e critérios de privacidade sofisticados. Amigos de infância, conhecidos, contatos profissionais e fodas de uma noite compartilhavam basicamente o mesmo habitat.

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